Organizadores da Bienal de Gwangju pedem separação entre arte e política
Tensão diplomática sobre o Pavilhão Taiwan ameaça eclipsar a Bienal de Gwangju, evento principal da Ásia. Organizadores apelam para que a exposição seja vista separadamente de disputas políticas.
Por Redação Nota BREdição: Mesa de edição Nota BR1 min de leitura
A controvérsia centra-se na decisão dos organizadores de usar o nome 'Pavilhão Taiwan' para um projeto organizado pelo Museu Nacional de Arte da Tailândia.
O movimento provocou artistas e organizadores chineses a anunciarem sua retirada da exposição na quinta-feira.
Eles argumentaram que o título trouxe questões políticas para o campo cultural.
Youn Bum-mo, presidente da Fundação da Bienal de Gwangju, expressou profundo pesar sobre a situação.
Infraestrutura, investimentos e colaboração público-privada estiveram no centro das atenções enquanto a Julius Berger Nigeria Plc e o governo do Estado de Lagos articularam uma visão compartilhada para desbloquear valor na economia da segunda maior cidade da África e posicionar Lagos no caminho para se tornar uma economia de um trilhão de dólares até 2052.
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