Coreia do Sul avalia envio de navios P-8A para o Estreito de Hormuz
Seul pondera como contribuir para restaurar a liberdade de navegação no Estreito de Hormuz, focando em ativos militares reais que não tragam o país diretamente em combate com o Irã.
Por Redação Nota BREdição: Mesa de edição Nota BR1 min de leitura
Especialistas militares indicam que vigilância marítima, suporte logístico e operações de desminagem seriam os papéis mais práticos para as forças coreanas.
A Cheong Wa Dae afirmou que nenhuma decisão foi tomada sobre o envio de forças ou quais ativos poderiam ser enviados.
O governo sul-coreano está considerando uma variedade de opções, incluindo missões de combate, não-combate e busca.
Infraestrutura, investimentos e colaboração público-privada estiveram no centro das atenções enquanto a Julius Berger Nigeria Plc e o governo do Estado de Lagos articularam uma visão compartilhada para desbloquear valor na economia da segunda maior cidade da África e posicionar Lagos no caminho para se tornar uma economia de um trilhão de dólares até 2052.
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