Herdeiros de Donald Trump no Partido Republicano

JD Vance e Marco Rubio se tornam os claros favoritos do espólio de Trump para a disputa presidencial de 2028. Crédito: Daniel Gateno e Carolina Marins

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou neste domingo, 13, uma reportagem sobre o fornecimento de imagens de satélite de uma base militar americana na Jordânia ao Irã por entidades chinesas. As imagens teriam sido feitas antes e depois de um ataque iraniano que matou três soldados dos EUA.

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O episódio pode aumentar as tensões entre Washington e Pequim antes da visita do presidente chinês, Xi Jinping, à Casa Branca, marcada para 24 de setembro.

“Quando dizem que a China nos espiona, eu digo que está correto, e nós também os espionamos”, afirmou Trump a jornalistas a bordo do avião Air Force One, após o Wall Street Journal publicar reportagem sobre o compartilhamento de informações de inteligência por Pequim.

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U.S. President Donald Trump speaks as he arrives at the first tee during the Irish Open at the Trump International Golf Links course in Doonbeg, Ireland, Sunday, Sept. 13, 2026.(AP Photo/Peter Morrison) Foto: Peter Morrison/

“É isso que nós fazemos. Basicamente, eles fazem o que nós fazemos”, acrescentou o presidente.
O ataque ocorreu em 17 de julho, quando o Irã lançou mísseis contra a base aérea de Muwaffaq Salti, na Jordânia, onde estão estacionadas tropas americanas.
Trump já havia advertido Pequim a não vender armas ao Irã. Em maio, os Estados Unidos sancionaram três empresas chinesas de satélites por facilitarem operações militares iranianas.
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Segundo o Wall Street Journal, autoridades chinesas pediram provas da transferência das imagens de satélite e negaram que empresas do país estivessem envolvidas no episódio.
A China é um dos principais parceiros econômicos do Irã, para quem compra grande parte da produção de petróleo, além de oferecer importante apoio diplomático a Teerã./com AFP
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