A perícia da Polícia Civil de São Paulo negou pelo menos 17 aparelhos por falha em lacre durante a investigação do Dark Horse, segundo os dois relatórios que o ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), retirou o sigilo neste domingo (13). Ao todo, os documentos somam 4.618 páginas.Em um dos documentos, um escrivão da polícia registra que que em 8 de junho retornaram do Instituto de Criminalística objetos enviados para perícia, “para readequação de lacração, a fim da preservação da cadeia de custódia”. O documento cita que será necessário readequar os invólucros e a aposição de novos lacres, para preservar a integridade dos objetos. Entre eles, estavam 9 notebooks, 5 celulares e 4 pendrives.Neste domingo, o ministro Flávio Dino retirou o sigilo das investigações conduzidas pela Polícia Civil de São Paulo que miram a produtora do filme Dark Horse. Na semana passada, o sigilo de documentos da PF (Polícia Federal) a respeito do filme que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro também foi retirado.Segundo Dino, com a medida ele zela pela “igualdade de todos perante a lei, já que todos os mencionados nos mesmos autos ou em autos paralelos, mas em idênticas situações, devem receber o mesmo tratamento, desde a abertura das investigações”.A decisão prevê a liberação de todo o material da Vara Estadual das Garantias de Organizações Criminosas e Lavagem de Bens, Direitos e Valores do Foro Central Criminal Barra Funda, da Comarca de São Paulo. Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp